É quase unânime a quantidade de questionamentos: Será o computador, por ser uma máquina, melhor do que um educador?; Será que o computador irá, num futuro bem próximo, substituir o professor? Segundo RAMAL, Cecília Andréa (2000), a resposta é sim, pois a referida máquina saberá transformar nossas aulas maçantes em exposições multimídia interativas e fascinantes, nos substituindo, e nós nos tornaremos meros transmissores de pensamentos. Entretanto, após pesquisa realizada nesta última quinzena de outubro, obtida através de opiniões dadas, sobre o assunto, por inúmeros educadores da Rede Pública de Ensino, por 10 votos a 2 a autora tem seu posicionamento discordado, pois estas máquinas precisam de um letrado no assunto para programá-las, para montar e colorir as planilhas que elas devem exibir. Por outro lado, a mesma autora é mais positiva quando destaca que o professor deve atuar de 3 formas: arquiteto cognitivo (é o profissional que traça estratégias objetivas para a construção do conhecimento), professor dinamizador (é o que ajuda os alunos a chegarem ao conhecimento de forma dinâmica e criativa) e o educador (que se compromete e se propõe a estimular a consciência crítica dos alunos para a construção de uma sociedade mais humana). Portanto, o computador chegou para contribuir com as práticas pedagógicas dos docentes, não para substituí-lo, sendo um forte coadjuvante na construção, no aperfeiçoamento e na descoberta de novos conhecimentos.
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