terça-feira, 22 de novembro de 2011

BULLYING


Vou diretamente a um fato que só recentemente ganhou repercussão mundial: o BULLYING. Em Inglês, Bully significa valentão, tirano, e corresponde a prática de violência física ou psicológicas, intencionais e repetitivas, ocasionada por um ou o grupo de indivíduos a alguém. Em 20% dos casos a vítima também é agressora, ou seja, ao mesmo tempo que sofre também age com ilegitimidade, causando desigualdade de poder. Este ato causa dor, medo e angústia fazendo a vítima não reagir e não querer falar sobre o assunto e, consequentemente a faz submissa do seu agressor. Na maioria dos casos estes atos ilícitos ocorrem longe dos olhos de um adulto, tornando ainda mais dificultoso esse incômodo causado pelo agressor.
Como este fenômeno ainda não tem um termo específico nas escolas é utilizado o termo “bullying” pela mídia da Língua Portuguesa, o que neste último idioma corresponde ao verbo “bulir, mexer, tocar, zombar”.
O bullying é praticado por alguém que, de alguma forma se sente em condições mais fortes ou mais poderosas em relação ao outro.
De acordo com o cientista sueco Dan Olweus o assédio escolar se caracteriza em 3 fases:
  • comportamento agressivo e negativo,
  • comportamento repetitivo;
  • desequilíbrio entre as partes envolvidas.
    O assédio escolar pode ser direto ou indireto. O direto geralmente ocorre entre os homens , e o indireto entre mulheres e crianças pequenas, constrangendo estes indivíduos a se socializarem com o meio, buscando o isolamento. Espalhar comentários maldosos, ridicularizar o modo de vestir ou qualquer outra característica que cause diferenciação social, como etnia, escolha sexual, religião, etc. são algumas das técnicas do bullying. Este tipo de violência pode acontecer em vários ambientes como em escolas, faculdades e ambientes de trabalho.
    Uma forma de tolir essa técnica é encorajar o aluno ou a vítima em geral a participar de supervisões e intervenções aos atos de bullying. Buscar grupos de apoio, ajuda psicológica e testemunhas que se predisponham a ajudar a combater esse mal.

Um comentário:

  1. Olá colega Micheline,
    Esse tema é bastante polêmico e deve ser combatido e constantemente discutido nas escolas, haja vista que vítimas e agressores se confundem, muitas vezes, sendo que todos devem ser ajudados. Cabe aos educadores encontrar estratagemas para trabalhar esse assunto com o objetivo de extirpar esse mal de nossas escolas para que estas sejam, verdadeiramente, um ambiente que promova a educação e não humilhação para os nossos alunos!

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